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Fuçando hoje no orkut, me deparei com a foto de alguém que não está mais aqui de corpo presente. Há mais ou menos dois anos, um atropelamento levou embora um grande amigo meu. Grande muito mais pela pessoa e pelo caráter do que pelo que vivemos juntos, que foi muito pouco.

Fiquei pensando na tristeza e na saudade que a família sente por ver ali, naquele espaço virtual, grande parte da vida dele registrada, mas sem ter ele por perto para compartilhar. São fotos, depoimentos e mensagens de amigos que nunca o esquecerão. Amigos que mesmo depois de tanto tempo ainda deixam mensagens de carinho e de saudade, mesmo sabendo que não receberão nenhuma resposta.

Da morte dele, fiquei sabendo dois dias depois pelo jornal. Pela primeira vez, uma matéria minha ganhava o abre da editoria e, qual não foi a minha surpresa, ao ver ao lado da página uma foto do Bruno. De cara pensei: ganhou um prêmio. Mas meu cérebro não queria processar as informações do título que insistiam em piscar diante dos meus olhos.

Ele tinha saído para andar de bicicleta. Não levou documentos, carteira, dinheiro, nada. Ele olhou para os dois lados para atravessar a Osvaldo Aranha, mas o motorista do táxi não olhou pra ele. Horas passaram e a família começou a ficar aflita, pois a noite chegou, o Bruno não.

A partir dali, um busca desesperada para saber do paradeiro dele começou. Ligações para amigos, parentes. Depois para delegacias, hospitais e, enfim, na madrugada, para o Instituto Médico Legal, que confirmou a chegada de um corpo com todas as características descritas.

Nem precisou a família dizer alguma coisa quando saiu de lá. Isso era madrugada de domingo. Ele foi enterrado de tarde. Eu soube na segunda de manhã.

Muitas coisas mudaram desde então. Não só para a família do Bruno, mas para todos os amigos que conviviam com ele. No velório, conheci o avô daquele menino. Nossa, era como se eu o visse com 60 anos. Me doeu ver aquele senhor, de suspensório, chorar como um bebê a partida repentina do neto.

Na formatura da turma dele, os pais foram homenageados, merecidamente. Fui para prestigiar uma colega, mas não passei dali, pois a sensação de saudade foi maior que qualquer coisa!

O título desse post é o resumo do perfil que ele mesmo escreveu no orkut. Queria ter feito mais. Ter dado mais risada com ele. Tê-lo abraçado mais. Ter dançado com ele na minha formatura, mas nada disso foi possível. O que me resta, é aproveitar cada dia mais os amigos que ficaram, dar a eles mais atenção, mais carinho, mais colo e não deixar de fazer algo que martela na minha cabeça até hoje, como disse uma amiga: “Queria ter aceitado o convite pra subir mais vezes”.

Patrick Swayze não resistiu. O homem que dançou em “Dirty Dance” como eu nunca vi um cueca dançar e que me fez sentir de vontade de me sujar de argila vendo “Ghost” perdeu a luta contra o câncer. Pessoas morrem, mas as lembranças não. Principalmente quando elas foram gravadas em longas metragens.

O que teve demais nos filmes gravados por ele? TUDO!!!

Não foi por causa da trilha de Ghost que a cena da argila ganhou fama, mas o ritmo dela com o envolvimento dos personagens. O barro foi mero figurante diante dos toques que o casal trocava, além dele não fazer a menor diferença na hora de amar. Sam simplesmente se juntou ao trabalho de sua Molly e se deixou modelar por ela. Em Dirty Dance também foi assim. Apesar de toda pose, Johnny se entregou ao jeito meigo e delicado da Baby, adaptando o seu corpo e o seu modo de dancar ao ritmo dela. Ou seja, o que os dois persongens de Patrick Swayze tiveram em comum nos dois filmes? A entrega do personagem a suas amadas.

É difícil se moldar de acordo com as esperanças e as expectativas do outro. Quando isso acontece é porque o amor falou mais alto!

Ainda hoje sonho em ser agarrada no ar como o Johnny pegou a Baby e a arrastou vagarosamente até os seus braços, claro, ao som de Time Of My Life, e sair correndo de mãos dadas como se algum paraíso estivesse esperando.

Dias de sol me deixam feliz!!!!!!

Sempre leio a bíblia. Algumas vezes mais, outras menos. Meu ofício de catequista exige, pois é por meio das palavras deste livro que consigo partilhar com meu grupo um pouco da vida em sociedade. Pode não ser a solução dos problemas, mas é a luz que aparece para resolver os mesmos. Tenho carinho muito grande por um livro em especial: Eclesiastes. A palavra siginifica “aquele que explica”.

Nele estão registrados os pensamentos do “Sábio”, um homem que meditou profundamente sobre a vida humana, com as suas injustiças e decepções, e concluiu que “tudo é ilusão”. O Eclesiastes é o livro do homem sem Deus. Deus não acusa esse homem, mas deixa que ele fale dos seus sucessos e insucessos, do seu pessimismo e otimismo, da sua esperança e desespero. Mas esse homem se volta para Deus e descobre verdades consoladoras.

O “Sábio” aconselha os jovens a se lembrarem do Criador nos dias de mocidade, antes que o corpo volte para o pó da terra, e o espírito para Deus. E no final do livro o “Sábio” afirma: “De tudo o que foi dito, a conclusão é esta: Tema a Deus e obedeça aos seus mandamentos porque foi para isso que fomos criados. Nós teremos de prestar contas a Deus de tudo o que fizermos e até daquilo que fizermos em segredo, seja o bem ou o mal”.

Uma vez alguém me disse: Um dia Deus vai se virar pra tu e perguntar: O QUE TU FEZ COM TUDO O QUE TE DEI? Naquele momento, aquelas palavras foram como facadas, pois eu tinha noção que não estava, digamos assim, dando a devida consideração para as pessoas que me amavam. Mas hoje vejo isso de outra forma.

Nao terei uma pessoa me cobrando sobre o que eu fiz ou deixei de fazer, eu mesma farei isso. Não precisarei partir dessa para melhor para resgatar minhas pendências, eu pagarei todas elas aqui, nessa vida, pois converso com Deus hoje, em oração, e pelo meu coração ele me diz o que tenho que fazer. Por isso, hoje estou muito feliz, pois além do dia de sol maravilhoso que está lá fora, meu coração está cheio de novo, como há muito tempo não estava, não dando lugar para tentações ou coisas que não me fazem bem.

“Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derribar, e tempo de edificar;
tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar,
e tempo de abster-se de abraçar;
tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de deitar fora;
tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.”

Pra início de conversa ninguém morreu. Na verdade, não precisa necessariamente alguém partir dessa pra melhor para não fazer mais parte da vida de alguém. Há alguns anos, eu dizia: quando meus pais morrerem, eu não vou no enterro, nem o velório. Para embasar isso, eu usava aquela máxima: QUERO ME LEMBRAR DE COMO ELES ERAM QUANDO VIVOS! Idiotice pura. É preciso sim se despedir de alguém mesmo que o adeus não seja retribuído. O que me fez mudar de ideia? Alguns acontecimentos desse ano.

Para tocar a vida em frente, é preciso deixar pra trás aquilo que nos faz parar no tempo. Uma vez estava assistindo Ugly Betty (sim, eu ando assistindo seriado demais) e a simpática feia não sabia lidar com a dor de uma separação, até que o Daniel, chefe dela, disse: para se despedir de alguém que não fará mais parte da tua vida é preciso enterra essa pessoa, ou as coisas que lembrem dela. Assim ela fez. Pegou tudo que guardava daquele amor: fotografias, cartões, comprovante de compra, nota de restaurante, papel de bombom…e pôs tudo buraco de terra abaixo!

Aqueles dias eu vivia algo parecido, mas para o meu azar descobri algo que me doeu mais do que a dor de uma separacão: EU NÃO TINHA NADA PARA ENTERRAR! Sem cartões. Sem embalagens de presente ou bombons. Nada.

Pensei: estou perdida. Vou viver com essa alma penada pra sempre.

Quando algo se rompe, seja uma amizade, uma vida, uma relação a dois, ou apenas sexo e nada mais, e não se tem a chance de dizer: agora deu, acabou, fim da linha, tchau, adeus..e como se aquilo continuasse vivo, só que apenas para uma das partes. É muito ruim seguir um caminho sozinho, mas pior é seguir com a sensação de que deixamos pra trás algo inacabado, com palavras entaladas na garganta, sem entender o que aconteceu.

Minha despedida se deu solitariamente. Uma noite. Uma oração. Um desejo forte de esquecer tudo o que houve, mas, principalmente, perdoar tudo. É, encontrei no perdão a melhor forma de esquecer o que me incomodava, me deixava triste, para começar a olhar para os lados novamente e ver que o mundo é muito maior do que se imagina.

Ainda terei que encarar muitas despedidas, mesmo aquelas que eu não gostaria de dizer adeus de jeito nenhum. O que me consola é que eu sei que a dor da separação não é para sempre. O que pode voltar a doer o coração, de vez em quando, é a saudade de tudo de bom que se viveu.

Cena: duas calcinhas no bar conversando e um cara com o ouvido pertinho tentando ouvir…

- Ana, eu tô bonita?

- Mi, tu é bonita. Tu pode pintar o cabelo de preto, ficar gorda ou magra, tu vai continuar bonita. Tu só tá com o olhar triste, e isso apaga tudo.

Enquanto o Brasil empatava com o Chile, a Ana dava de dez a zero em mim!

Sim, na minha cabeça. Tô na redação e parece que as cadeiras dançam. Queria poder dançar com elas, mas minha atual condição fisica não permite, pois, além dos últimos acontecimentos, o fato de eu estar a mil desde de manhã, ser 22h30min e meus olhos não quererem mais ficar abertos, são fatores que contribuem para o meu cansaço.

Começo, então, a delirar. Ouço coisas. Pessoas passam de relance por mim. O chão treme. Opa, isso não foi delírio! Sim, o chão da redação treme, dependendo do tamanho do veículo passa na Erico Verissimo. E aqui também tem fantasmas. Sim, fantasmas. Já trabalhei de madrugada e conversei horas com um que está sempre aqui, com o rosto emuldurado na parede.

Me pergunto: por que ao invés de sair, e curtir o sábado à noite, as pessoas ficam em casa no msn? Sim, eu estou online porque a escala do final de semana quis assim. Mas e os outros? Por que não alugam um filme? Por que não comem pizza com os amigos? Por que não leem um livro? Por que? Por que?

Por que as pessoas que eu queria que estivessem online não estão? Porque são interessantes, e eu me interesso por elas exatamente por isso. Não me levem a mal, amo meu trabalho, mas não tem como não olhar pelo vidro e querer estar longe daqui, nos braços de quem pode me fazer esquecer o tempo, sentir a ausência de um relógio, e simplesmente amar!

- sem comer

- sem dormir

- sem conseguir ir ao banheiro

- sem me arrumar (rímel no olho é o mínimo)

- sem ver as pessoas que eu gosto

- sem abraçar (essa literalmente acaba comigo)

- sem fazer as coisas que eu gosto

- sem sexo!!! 

“Se o cara for esperto o bastante saberá que uma massagem nos pés nas preliminares pode ser um ótimo caminho para o sucesso!”

Completando…

“Para as mulheres, estar com os pés aquecidos aumenta as chances de orgasmo em 30% segundo pesquisa da Universidade de Groningen (Holanda).”


Ainda me surpreendo com certos textos que coloco aqui. Meros momentos de insanidade…

Nem parece que há dois meses atrás eu me despedia de alguns vícios tatuados em mim para dar lugar a uma nova perspectiva de vida.

Perspectivas essas que vieram para me mostrar qu:

- Nada como um dia após o outro

- Tudo tem o seu momento certo de acontecer

- Eu tenho amigos. Sim, e muitos!

- Que nem todos que trabalham comigo são necessariamente meu amigos!

- A gente só ama quem a gente conhece

- Preciso conhecer, e bem, a mim mesma e depois me vencer

- Que sentimentos como vingança e ódio só prejudicam a mim e a mais ninguém

- Que perdoar é a melhor saída

- Abraçar é uma necessidade que preciso colocar em pratica todos os dias

Enfim, uma série de frases auto-ajuda, que no fundo podem me fazer uma pessoa muito melhor. A tarefa não é fácil, mas também depende só de mim vencer essa!

“Pedi a Deus sabedoria, ele me deu problemas para resolver”

Tenho que confessar: encomendei meu primeiro Renew, aquele creminho básico para as mulheres que começam a ver nos seus rostos os sinais da idade.

Não. Não tenho pé de galinha, nem expressões acima da testa. Tenho um risco entre as sombrancelhas que me incomoda, e também a outras pessoas, conforme já me confessou um amigo muito próximo.

Mas o fato de ter que começar a me cuidar com esse tipo de coisa é que me chamou a atenção. Tenho 29 anos, para meu alívio o creme é recomendado para mulheres desde os 25, hehe. Não tenho cabelos brancos ainda, o que é uma grande conquista, mas se tem como prevenir algo de que eu não vou escapar de modo algum, vamos lá!

Não tenho medo da velhice. Me preocupo mais como minha cabeça vai estar aos 70 anos do que o meu corpo ou meu rosto. Mas também não quero que meus netos fujam de mim ou me comparem com a Bruxa do 71, como eu fazia com as vizinhas lá de casa.

O preço é caro, mas dizem que dura mais ou menos 2 meses. Tomara!

Para pensar…

...a gente só ama aquilo que conhece!!

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