You are currently browsing the category archive for the ‘Fim dos tempos’ category.

Cuidado comigo!

Posso ser rude, agressiva, egoísta. Posso mentir, enganar e roubar. Posso atrasar, não cumprir e delatar. Posso dizer palavras chulas, baixas e que magoam. Posso fofocar, tratar mal e incomodar. Posso trair, matar e fugir.  Na verdade, eu posso fazer tudo isso.

Mas não se preocupe, EU NÃO QUERO FAZER ISSO!

Não quero bater e sair correndo para não levar o tapa de volta. Não quero levar um chute na bunda e depois achar que nenhum homem presta. Não quero um dia atropelar uma pessoa e fugir sem prestar socorro. Não quero viver anos da minha vida brigando com alguém que pode ser feliz nos braços de outra pessoa. Não quero enlouquecer e arrastar uma criança quilômetros fora do carro por não perceber que ela está ali. Não quero por um instante de raiva atirar alguém pela janela. Não quero espalhar o lixo que um gari levou horas para juntar. Não quero não acreditar que um homem pode ser sim amigo de uma mulher, sem ver nela uma possível filial dele, e dar um jeito de exterminá-la. Não quero ficar em um relacionamento com medo de sair dele por causa da solidão, sendo que sozinha eu já estou. Não quero correr atrás da beleza por causa do medo de envelhecer, engordar e não enxergar direito por causa da idade. Não quero casar de novo achando que ali pra frente vai acabar. Não quero um dia morrer de ciúmes de quem amo, a ponto de matar meus filhos e depois dar um fim em mim. Eu não quero..mas tudo isso pode acontecer!

Todos não querem muita coisa. Mas quem disse que basta apenas não querer para que a profecia do mal não se cumpra?

Há um demônio para cada um de nós. Sim, demônio. Um capetinha que está ali, vigilante, a espreita, só esperando o momento certo para atacar. E se vacilar…..zááááááááááááz…ele aparece e coloca em prática toda a maldade que podemos cometer. Tudo bem, não quero explicar dessa forma todo o mal que há no mundo. Porém, confesso que é mais fácil pensar que um “monstro” toma conta do corpo quando uma verdadeira atrocidade humana acontece.

Não vou discutir aqui a complexa natureza dos demônios. Já me deparei muitas vezes com coisas que não entendo. Aliás, há mais delas no mundo do que as que eu consigo explicar. Mantenho minha ignorância em aberto, junto com a minha cabeça e o meu coração. Apenas desconfio de quem aponta demônios nos outros, com a singela frase:

“Foi tuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu”. “Tu não me entende”. “Tu está sendo injusto”.

E agem como se o erro se resolvesse assim, ao apontar um culpado. Mas um erro, uma maldade vai muito além do que dar a culpa para alguém.

Já diria a jornalista Eliane Brum, em seu relato sobre uma matéria em que teve que ir atrás daqueles que exorcizam demônios: Por que você acredita que o outro é um demônio? Ou: Por que você acha que o demônio está no outro? E como você pode ter certeza de que aquele que aponta o mal no outro não é o demônio que há em você?

Hoje eu me assusto menos com os demônios fora de mim. Sei que os meus próprios vão me dar mais trabalho. Gosto daquele cumprimento oriental que diz: o deus que há em mim saúda o deus que há em você. Mas eu o complementaria: os demônios que existem em mim saúdam os demônios que existem em você. Demasiado humanos, podemos então nos olhar com menos medo _ e com mais compaixão.

Voltei a morar na rua da minha infância. Hoje ela é asfaltada, mas ainda a vejo cheia de poeira e buracos, uma ruela típica de vila. Por que? Porque a rua pode até ter se modernizado, mas os vizinhos não.

A casa dos meus pais é salmão e tem dois andares. De um lado fica a casa que a gente morou quando se mudou para cá. Do outro, um pequeno espaço onde vivem muitas crianças (eu nem sei direito o número), um homem e a Dina, uma conhecida desde que me conheço por Michele, que foi abandonada junto com os irmãos pela mãe e ficou conhecida como a menina que levantava a saia para o primeiro que passasse.

Pois então, se a história da casa do lado direito de quem entra na minha se resumisse a isso, tudo bem. Mas o fato é que todo santo dia há brigas, tapas, berros e palavrões que deixariam até o Costinha com vergonha.

E mais: as palavras feias não se limitam a boca dos dois adultos da casa, elas já se disseminaram entre todos os pequenos daquele recanto. É o mais novo dizendo Vai te f* fulana, o mais velho chamando a mais nova do que ele de PUTA…, todos se juntando para chamar a mãe de VAGABUNDA. Acredito que eles não saibam realmente o valor das palavras que dizem, mas isso também não faz a menor diferença, foram as palavras que eles cresceram ouvindo e pronto.

Todos as crianças, sem exceção, ficam jogadas o dia inteiro na rua, sujas, com fome, pedindo atenção para quem passa. O problema é que quando alguém se aproxima para dar carinho, as únicas palavras que eles sabem dizer é algo perto de algum palavrão. Então o vivente pega nojo e sai correndo.

Dois deles, os menores, vivem na frente do portão da minha mãe. A dona Fátima já pediu pra Dina que deixasse que ela criasse os menores. Mas a Dina lembrou-se do que a mãe dela fez com ela e negou. Só que a Dina não aprendeu a criar uma criança, ela apenas sabe que não pode abandoná-las nunca, jamais. De maternidade, foi só isso que a Dina aprendeu.

Já veio assistente social, policia, até alguns anjos…mas o homem que vivi ali, um advogado, um próprio demônio, se vestiu de cordeirinho e convenceu a todos que aquele era um lar feliz. Fazer o quê? A nossa sociedade acredita naquilo que quer acreditar.

Outro fator é o espetáculo. Todos os dias tem show para a vizinhança. É possível ouvir o silêncio de todos se espreitando para ouvir o fiasco apresentado pela casa da direita.

A violência, de um modo geral, desperta curiosidade. Não há como negar que, quando “fecha a rosca” todo mundo se cala para ver no que vai dar. E assim seguem os dias na rua Jaguari. Eles brigam, as crianças saem pra rua, te pedem coisas, as vezes ganham, na maioria das vezes não.

O problema é que toda criança cresce. Ao contrario da Dina, eles vão ter uma referência de mãe e pensar: se a minha mãe não me deu o que eu precisava, por que os outros vão dar? E vão sair por aí querendo arrancar a força tudo o que nunca tiveram.

Rezo para que o destino deles seja outro. Ou simplesmente que eu não encontre com nenhum deles nas ruas escuras, esburacadas e poeirentas dessa vila, por mais asfaltadas que possam parecer…

Ironia do destino ou não, a última herança que Glauco deixou tinha logo uma arma como personagem principal:

Reprodução Folha Online

O texto abaixo não é meu, mas da minha talentosíssima amiga Thaís Fernandes. Ela rebate o texto publicado no caderno Donna, de ZH, jornal onde trabalho, do imortal Moacyr Scliar, sobre os moradores de rua. Confira o duelo de palavras abaixo e tire suas próprias conclusões:

Moacyr Scliar e a indiferença dos Moradores de Rua

Não é de hoje que o jornal Zero Hora, através de seus repórteres e colunistas, emite opiniões equivocadas sobre a população de rua de Porto Alegre. Dessa vez, foi um texto de Moacyr Scliar no caderno Donna de 27/12/2009 que me chamou a atenção (Abaixo, texto na íntegra e link para site ZH). Do alto de seu discernimento engaiolado por um carro, ele fala o que julga ser a verdade sobre as ruas. O texto tem como destaque inicial a seguinte frase: “Morar na rua é opção e resulta, sobretudo, de uma vida infeliz”. Parece que dizendo isso desconhece um dado importante, divulgado pelo Ministério das Cidades (baseado em uma pesquisa da Fundação João Pinheiro), de que o déficit habitacional no país é de 8 milhões de moradias, e que um dos problemas principais disso é a baixa renda familiar. Ainda assim, ele não ignora as estatísticas.

Primeiro Scliar utiliza um número divulgado pela FASC de que, em Porto Alegre, há cerca de 1.200 moradores de rua. Ora, qualquer observador mais atento (até mesmo de dentro do seu confortável carro), sabe que esse número é uma estimativa muito distante da realidade. Uma conversa com qualquer servidor da FASC, responsável por essas pesquisas (como a que fiz em 2007 enquanto escrevia uma reportagem sobre o tema), esclareceria que a população de rua é algo muito mais complexo do que simples números. Segundo, utiliza a chancela do livre arbítrio para afirmar que quem mora na rua o faz por opção, como resultado de uma vida infeliz. Infelicidade que, aliás, ele não define. O discurso de que alguém mora na rua por opção faz parte do mesmo pacote opinativo dos que dizem que desempregado é vagabundo, já que trabalho não falta.

Scliar vai além. Diz que existe uma condição básica para quem vive embaixo de viadutos (sim, já que a impressão que o colunista de ZH passa é de que moradores de rua só vivem nos viadutos, como na música francesa que inicia o texto). Para ele, é necessário ser indiferente. Sim! Moradores de rua precisam ser indiferentes, já que “para essas pessoas, aquilo que incomoda a classe média em absoluto não conta”. E daí ele segue, falando da falta de privacidade e excesso de barulhos, fatores que seriam enormes empecilhos para a vida que nós, classe média, levamos. Mas não eles, moradores de rua, já que têm essa magnífica qualidade, a indiferença, e outra ainda melhor, o livre arbítrio, pois puderam escolher morar na rua. Indispensável falar da necessária e relevante observação sobre o que, além da indiferença, ajuda os moradores de rua a dormir. Para ele “a cachaça atua como um sonífero poderoso”. Dizendo isso, parece que fez uma pesquisa pessoal e descobriu que absolutamente todos os moradores de rua bebem cachaça. Interessante.

Nós, pobre classe média, não somos tão evoluídos ao ponto de abrir mão da nossa confortável vida e escolher morar na rua. Mesmo tendo, muitas vezes, vidas infelizes, famílias destruídas, problemas de auto-estima, o que fazemos, nós os egoístas, é ir sofrer em Paris. É de lá que trazemos nosso aguçado olhar para, sem ser indiferente, perceber o que se passa embaixo dos viadutos. O mais interessante é que Moacyr Scliar consegue perceber todas essas coisas de dentro de seu carro! Não precisou sequer conversar com um morador de rua.

Se tivesse saído do carro, ele poderia ter conhecido a Dona Maria, uma senhora de seus 70 anos que vende panos de prato na Avenida Protásio Alves e não mora embaixo de um viaduto. Ela dorme na rua há alguns meses, pois o casebre onde morava, na periferia de Viamão, foi destruído pela chuva. Construído em área irregular, a prefeitura da cidade não deixou que ela o reerguesse. Solução: Dona Maria “escolheu” morar na rua. Será que classifico isso como infelicidade?

Mas e por que ela não vai para um albergue? Albergues são locais para dormir, e não morar (em Porto Alegre há apenas um que funciona durante o dia, a Casa de Convivência, e tem 70 vagas diárias). Aceitam um número limite de pessoas, que começam a fazer fila nos seus portões muito antes das 18h. Porto Alegre não tem leitos suficientes para o número real de moradores de rua da cidade. Muitos antes do sol raiar é preciso sair. E ainda, para completar a lista de facilidades, não se pode freqüentar o mesmo estabelecimento por muito tempo, variando de 15 a 30 dias o tempo de permanência. Foi por isso que, voluntariamente, Dona Maria “escolheu” morar na rua, embaixo das marquises, e não dos viadutos.

Afinal, quem é indiferente à realidade? Moradores de rua e sua escolha “voluntária” de existir bravamente onde lhes é possível, ou os observadores da classe média?

Thais Fernandes – Jornalista

http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/donna/19,136,2757671,Moacyr-Scliar-A-vida-sob-os-viadutos.html

Variedades |  27/12/2009 17h10min

Moacyr Scliar: A vida sob os viadutos

No Colégio Júlio de Castilhos aprendi uma canção francesa chamada Sob as Pontes de Paris (Sous les Ponts de Paris). Dizia mais ou menos o seguinte: “Sob as pontes de Paris/ quando desce a noite/ toda a sorte de vagabundos se infiltra sorrateiramente/ e ficam felizes de encontrar onde dormir”.

Porto Alegre não tem o Sena, nem as pontes de Paris. Mas Porto Alegre tem o Arroio Dilúvio, com suas pontes e, sobretudo, Porto Alegre tem os viadutos. E ali, como na capital francesa, muita gente procura abrigo. No ano passado, um levantamento da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), órgão da Prefeitura, falava em 1200 moradores de rua. Numa cidade com mais de um milhão de habitantes não chega a ser um número muito grande. Mesmo muito pobres as pessoas acabam achando uma casa; nem que seja um barraco na periferia. Morar na rua é opção, e resulta, sobretudo, de uma vida infeliz. Quase a metade dessas pessoas tem problemas familiares; 70% vivem sós, uma situação para a qual colaboram o alcoolismo e as drogas.

Ou seja: não é só uma questão social, é mais complicado que isso.

Qual é a condição básica para viver, ou sobreviver, em baixo do viaduto? Eu diria que é a indiferença. Para essas pessoas, aquilo que incomoda a classe média em absoluto não conta. A falta de privacidade, por exemplo. Tudo que os moradores de rua fazem é público, tudo. Eles estão ali, comendo, ou bebendo, ou dormindo, ou fazendo as necessidades, absolutamente indiferentes ao olhar dos outros. Há quem não consiga conciliar o sono com barulho; não é o caso deles. Por sobre suas cabeças, no viaduto, ruge o tráfego urbano, intensíssimo num país em que o carro se tornou um indicador maior de progresso e de afluências. Isso não impede que durmam (é claro que a cachaça atua como um sonífero poderoso).

Também a noção de propriedade para eles é diferente. Sim, têm as suas coisas, que em geral cabem num carrinho de supermercado – em todas as partes do mundo os gerentes desses estabelecimentos já devem ter aceito com resignação o fato de que tais carrinhos serão sumariamente confiscados. Mas, por outro lado, muitas vezes deixam essas poucas coisas abandonadas. Na manhã do domingo passado passei sob o viaduto da Silva Só, onde vivem muitos habitantes de rua. Detive-me a contemplar um colchão. Era um colchão de espuma, velhíssimo, esburacado. Sobre ele, um cobertor, igualmente velho, esburacado. Mas, e esse foi o detalhe que me impressionou, e comoveu, o cobertor estava cuidadosamente dobrado, caprichosamente dobrado. Pensei então no homem ou na mulher que o havia dobrado.

Ao fazê-lo, talvez num ato automático e reminiscente de uma infância quem sabe vivida de uma maneira melhor, essa pessoa colocara um pouco de ordem em sua vida. Uma partícula de ordem, por assim dizer, mas que deve ter contribuído para restaurar algo da dignidade que existe em qualquer ser humano, por mais precária que seja sua existência. Ao ver o cobertor dobrado, a pessoa deve ter ficado satisfeita consigo mesma: eu não sou um traste completo, eu sou alguém, ainda existe esperança para mim.

Ou seja: sob os viadutos de Porto Alegre, como sob as pontes de Paris, a vida resiste.

Na volta da minha viagem a São Gabriel, fiquei pensando nos tempos de infância, os churrascos, os banhos de rio, os apertões nas bochechas, as histórias dos tios, as comidas das tias, e como o tempo e os avanços tecnológicos distanciaram tudo isso. Na era da internet e telefonia móvel, o contato com os parentes é constante, o que não motiva muito uma viagem longa para passar alguns dias.

Esses dias um amigo me falou: tenho saudade das reuniões em família. Eu expliquei pra ele, que hoje, a vida nos proporciona facilidades que nos deixam cada vez mais individualistas. Ficar na frente do computador, por exemplo. Durante esses dias que fiquei fora, estava hospedada na casa de uma outra tia. Os meus primos mais novos eu mal vi. Ficavam toda a hora no msn. Se eu tivesse me conectado, talvez teria mais chances de conversar com eles.

Voltando para Porto Alegre, passei pela mesma experiência saindo com as minhas amigas. Fomos jogar boliche. Uma maravilha, para o TWITTER! Sério, adoro a cada uma. Mas a cada jogada de bola em direção aos pinos, era um clique e uma twitada. Segue um dos momentos abaixo:

boliche

Há quem não desgrude do celular e não vive sem checar ou postar os principais acontecimentos do dia na internet. Ficar fora do área de cobertura é um pesadelo que deve ser evitado. Pode até esquecer as chaves de casa, mas o celular NUNCA!

Muitos dizem ser esse o mal do homem contemporâneo: a ânsia de estar em todos os lugares ao mesmo tempo, a necessidade de estar sob o alcance de tudo e todos. E a tecnologia está aí para isso: serve como âncora desses nossos desejos, das nossas novas necessidades. Para as pessoas do século XXI, o tal do “porto seguro” se resume em duas palavras: estar conectado. Se “estou feliz no twitter ou orkut”, então “estou feliz”.

O momento era de confraternização, mas a maioria não conseguiu deixar o celular de lado, muito menos de postar os momentos ali vívidos. Desde o assalto que sofri, optei por não ter celular. Vivo conectada na maioria das vezes. Quem precisa falar comigo liga para o trabalho ou para casa. Se não estou em nenhum dos dois, é porque não quero ser encontrada. Ainda tenho meus momentos de abstinência, mas são rapidamente superados por uma caminhada na rua ou um abraço que alguém que tanto amo!

boliche1

A pedidos, os crédito das fotos: Claudia Ioschpe :-)

Gugu está na Record…

Faustão está ficando magro…

Roberto Justus participa da apresentação do Teleton…

O Rio será sede das Olimpíadas de 2016 e nem consegue controlar a guerra contra o tráfico!

… é o cara que chega no churrasco com uma caixa de Brahma e passa a tarde inteira bebendo Polar.

Hoje um amigo estava mostrando seu celular e as mensagens que uma maluca apaixonada enviou pra ele. Fiquei com pena e raiva da garota ao mesmo tempo. Ela mandava mensagens a cada cinco minutos e todas extremamente chatas, piegas e melosas. Alguns exemplos:

- “Só eu sei como te conquistar, sei que meu abraço te faz falta, sei da ausência que eu te faço..ah meu querido! Eu sei de tudo” (ele não respondeu);

- “Ok, devo estar te incomodando né? Só não se esqueça que eu te adoro viu. Promete não me esquecer?” (ele não respondeu);

- “Nossa você está me dando maior gelo né, eu fiz alguma coisa de errado? Pisei na bola?” (ele não respondeu);

- “Cansei de você, só eu fico correndo atrás. Passar bem. Até nunca mais” (Ele respondeu curto e grosso “quando você perder mais 10 quilos a gente se fala);

- “Ai T* você é o maior chave-de-cadeia que eu conheço. Seu danado. Resolveu aparecer?”

Eu não acreditava. Se essas mensagens tivessem partido de uma garota de 15 anos, vai lá. Mas, a mulher tem 30! Ela sufocou o cara até não poder mais. Pior foi que ele respondeu grosso (porém, falou a verdade) e ela simplesmente abstraiu o “perder 10 quilos” e ainda quis manter o papo. Acha que vencerá pelo cansaço.

As últimas notícias evidenciam isso:

Dado Dolabella ganha reality show

Marcelo D2 é a favor da lei antifumo

Robbie Williams vai interpretar Susan Boyle no cinema (e vai ficar mais bonita)

Rubens Barrichello ganha o GP da Espanha…Harebabá!!!

Engraçado, motoboy, que precisa apenas tirar carteira A e paga menos de R$ 1 mil por isso, tem a profissão regulamentada (e não tenho nada contra isso). Jornalista, que fica dentro de uma universidade quatro anos, tem a obrigação de levar para o público a informação verdadeira e de forma correta, contribundo assim com um histórico para a sociedade dos fatos do cotidiano, não!

Para pensar…

...a gente só ama aquilo que conhece!!

Calendário

maio 2012
S T Q Q S S D
« mar    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  

Categorias

Watch videos at Vodpod and other videos from this collection.

del.icio.us

Últimas twitadas

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.