You are currently browsing the tag archive for the ‘sexo’ tag.
Depois de tantas pancadas, um coração pode continuar vivo, só que não será mais o mesmo. Normalmente as regiões da sensibilidade e do amor são as partes mais afetadas. Ele ainda bate, mas não bombeia mais da mesma forma.
O problema de esperar muito da vida é quando, na verdade, ela te oferecerá tudo diferente do que se espera . É ansiar pelo que se deseja ter e não pelo que se precisa ter. E se não dá certo? Aí é o fim. Nada mais ao redor serve. Tudo perde a importância. Só o que presta é aquilo que se perdeu, mas que nunca se teve realmente…
A desilusão amorosa é um mal necessário que te faz deixar de acreditar em contos de fadas para viver a vida real. O amor transforma duas pessoas em uma só, mas até que se chegue lá, é por meio do sexo que essa união começa. E porque pelo sexo? Porque hoje em dia duas pessoas não esperam para se conhecer primeiro e só depois embarcar numa viagem onde dois corpos não ocupam o mesmo lugar.Pois é necessário que alguém saia de sí, para o outro poder entrar, diria um cara como ele.
O sexo é um grande aliado do amor por ele ser capaz de preencher, por breves momentos, o vazio que somente a falta de um amor é capaz de deixar.
O uso do coração ainda se faz necessário, pelo menos, em alguns casos, a parte que restou dele. No mais, é preciso pedir a ajuda da cabeça, a parte racional do corpo, para planejar e colocar em pratica aquilo que só um coração saudável e inteiro seria capaz de fazer.
O fato de eu não ter mais um parceiro diário para aquele rala e rola todas as noites está me fazendo pensar muito sobre o assunto. É óbvio que eu preferia mil vezes ir pra prática, mas minha atual situação não me permite isso. O que me resta é teorizar.
Depois de muito conversar com calcinhas como eu e com aqueles que usam cuecas, chego a algumas conclusões do que se vê por aí. Lógico que minhas conclusões podem mudar radicalmente se me provarem o contrário.
Homem, e quando falo assim me refiro aos brasileiros, preferencialmente aqueles que não se escondem dentro do armário (né, Rick Martin????), é romântico ou canalha com a mulher do próximo. Com a sua, sempre é um frouxo. De cada onze mulheres que converso, oito gostam de ser tratadas como putas (as demais nunca sentiram um orgasmo). Na cama, claro, mas nem sempre também.
Pegar o cabelo, arranhar as costas, morder as coxas, deslizar as mãos em lugares ainda não explorados e lamber, lamber, lamber também fazem parte daquele pacote que inclui carinhos maliciosos nos lugares de sempre. E confesso: nós mulheres adoramos isso! E mentalmente imploramos para que se repita, não apenas em datas especiais, ou na fase inicial em que tudo é descoberta, mas dia após dia. De certa forma, é por isso que a maioria do público feminino reclama tanto, pois apenas querem o que foi dado no início e lhes é negado.
Qualquer um que conhece bem o seu corpo, consegue gozar em menos de 2 min (e isso que eu chutei alto). Mas ir deliberadamene à loucura leva bem mais tempo. Dar prazer envolve paciência e etapas que devem ser seguidas religiosamente.
O que vale é não ir para a cama pensando no fim, mas sim vivenciar uma viagem sensual, desbravando o sexo como uma experiência de conexão íntima, usando os cinco sentidos sensoriais. Prolongue a penetração até que a mulher entre em sinestesia e fique orgástica, explorados os sentidos de tato, visão, paladar, olfato e audição.
Sexo também é comunicação com o corpo. Ao aliar a sujidade ao sexo a coisa se intensifica. Dificilmente uma mulher não vai ao céu com um “vou te comer bem devagar” sussurrado levemente por uma voz aveludada ressuscita desejos enterrando preconceitos. Desperte o Capitão Nascimento que há em você!
Mas sejam gentis, não somos uma máquina de chiclete. E é bom também não economizarem em beijos, abraços e olhares. Vou no banheiro e já volto!

Comentários